e
quando eu morrer
não vou fazer
nenhuma falta
o mundo gira
de vez em quando
um de nós
salta.
A poesia é minha, sua, nossa. A poesia é banho, surra, coça. A poesia é. O resto é troça.
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Reflexos
reflito meu futuro com o olhar do passado sei que morro sei que lagoa sou sujeito à toa que a morte zoa.
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25 em cada perna sem contar mais um no meio tô ficando meio velho tô ficando velho e meio...
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não sei se fiz bem em parar de fumar na fumaça eu me escondia e disfarçava o paladar não sei se fiz bem em parar de fumar na fumaça eu s...
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massageie o ego ponha gelo na consciência faça acupuntura da realidade alongue os limites da imaginação será que existe alguém nesse planeta...
6 comentários:
para ler enquanto o mundo gira...
Uma realidade...Uma verdade...
Uma crueldade!!!
Confesso que não te via poeta. No entanto, que surpresa!
Interessante, Daniela. Tenho ouvido este mesmo comentário com uma certa freqüência ultimamente.
Estou começando a achar que não tenho cara de poeta... seja ela qual for. Rs!
Mas que bom que vc gostou. Beijos.
Mas eu acho interessante que nem tudo esteja aparente - "não esmagar as entrelinhas".
A Bruna Beber participou de um projeto meu, olha só: http://transitivos.wordpress.com/category/bruna-beber/
Pois é, sei lá, tento não ser óbvio. Tento não ser formalista, não ser muito lírico, nem sei.
Na verdade penso muito pouco sobre o que escrevo. Sou uma besta... ahahahaha!
Você conhece a Beber? Legal! Gosto muito dela. Vou olhar seu projeto.
beijo
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