peguei um bobo
na casca
do novo.
A poesia é minha, sua, nossa. A poesia é banho, surra, coça. A poesia é. O resto é troça.
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Reflexos
reflito meu futuro com o olhar do passado sei que morro sei que lagoa sou sujeito à toa que a morte zoa.
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massageie o ego ponha gelo na consciência faça acupuntura da realidade alongue os limites da imaginação será que existe alguém nesse planeta...
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25 em cada perna sem contar mais um no meio tô ficando meio velho tô ficando velho e meio...
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colheres cheias de paixão mergulhadas nos pratos fundos da razão cálices de romantismo brindando aos sentimentos bebendo ao som dos quatro e...
6 comentários:
Sempre quis fazer esse poema. Pronto, agora fiz.
hahaahahahahahahahahahaha! Adorei!!!
Bravo!
Hahahahahahahaha
Vc é craque. Tem que ser muito ousado pra ser tão inventivo.
Saudades de ti, amigo poeta!
Tenório
Valeu grande Tenório. faço minhas as suas saudades.
Grande abraço!
Oi, Tião!
Cheguei aqui pelo blog da Luisa Sarmento (Ultrapassados Inéditos).
Você compõe seus versos como um jogador de futebol fazendo um drible certeiro.
E, sim, o novo nos prega peças, principalmente quando desencava nossos atavismos.
Continue!
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