uma flauta
flui ao longe
desafina a noite
de rock nas estrelas
lembrança sinuosa seu som
cremoso
derrete feito manteiga
no meu cérebro de pão de fôrma.
A poesia é minha, sua, nossa. A poesia é banho, surra, coça. A poesia é. O resto é troça.
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Reflexos
reflito meu futuro com o olhar do passado sei que morro sei que lagoa sou sujeito à toa que a morte zoa.
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25 em cada perna sem contar mais um no meio tô ficando meio velho tô ficando velho e meio...
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não sei se fiz bem em parar de fumar na fumaça eu me escondia e disfarçava o paladar não sei se fiz bem em parar de fumar na fumaça eu s...
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massageie o ego ponha gelo na consciência faça acupuntura da realidade alongue os limites da imaginação será que existe alguém nesse planeta...

2 comentários:
Viver na flauta...
butter pão :)
é isso aí Sebá, antes na flauta que na falta.
beijo!
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