ser humano
fora do centro
urbano
ser cigano
acreditar no erro
e no engano
ser mundano
manter o olhar
na bunda
que vai passando
vestir de cor
berrante
o cinza cimento
que vai ficando
ser um trem
sair da linha sempre
ou de vez
em quando
acreditar que a vida
é arte e engenho
de dentro
pra fora
do ser que está
parando.
A poesia é minha, sua, nossa. A poesia é banho, surra, coça. A poesia é. O resto é troça.
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Reflexos
reflito meu futuro com o olhar do passado sei que morro sei que lagoa sou sujeito à toa que a morte zoa.
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2 comentários:
Para ler com o som do trem ao fundo. Para saltar antes que chegue o primeiro mundo.
Amei =) Beijos
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