um dia
um mês
uma eternidade
a gente a[r]ma uma teia
e ainda acredita
na liberdade.
A poesia é minha, sua, nossa. A poesia é banho, surra, coça. A poesia é. O resto é troça.
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Reflexos
reflito meu futuro com o olhar do passado sei que morro sei que lagoa sou sujeito à toa que a morte zoa.
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25 em cada perna sem contar mais um no meio tô ficando meio velho tô ficando velho e meio...
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ela foi embora não deixou nada nem armadilha armada nenhuma calcinha usada ela foi embora com a alma levada e eu fiquei só com a mente ensab...
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joaquim josé da silva xavier foi pro tudo ou nada foi pro que desse e viesse foi apresentado ao laço foi dividido em pedaços espalhado dispe...

3 comentários:
Outro dia, atendendo a pedidos, matei uma aranha. Fiquei com remorso, mas ela ficou morta.
Mas Tião,
às vezes a gente
não pode deixar
a dona aranha subir
pela parede
quando bem entender
senão é a gente
que sobe
e não sabe
como descer
Serei sempre seu aluno e fã!
Mas sem viadagem hein!
hahahaha
Abraço!
Perspicaz a Dona Aranha. Liberdade é uma ideia cansada, que não aguenta mais churrasquinhos nem cerveja aos finais de semana. Liberdade só quer o simples: um caldo de cana com limão numa quarta-feira improvável e não quente, necessariamente. Parabéns, continue!
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