peguei um bobo
na casca
do novo.
A poesia é minha, sua, nossa. A poesia é banho, surra, coça. A poesia é. O resto é troça.
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Reflexos
reflito meu futuro com o olhar do passado sei que morro sei que lagoa sou sujeito à toa que a morte zoa.
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25 em cada perna sem contar mais um no meio tô ficando meio velho tô ficando velho e meio...
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ela foi embora não deixou nada nem armadilha armada nenhuma calcinha usada ela foi embora com a alma levada e eu fiquei só com a mente ensab...
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joaquim josé da silva xavier foi pro tudo ou nada foi pro que desse e viesse foi apresentado ao laço foi dividido em pedaços espalhado dispe...
6 comentários:
Sempre quis fazer esse poema. Pronto, agora fiz.
hahaahahahahahahahahahaha! Adorei!!!
Bravo!
Hahahahahahahaha
Vc é craque. Tem que ser muito ousado pra ser tão inventivo.
Saudades de ti, amigo poeta!
Tenório
Valeu grande Tenório. faço minhas as suas saudades.
Grande abraço!
Oi, Tião!
Cheguei aqui pelo blog da Luisa Sarmento (Ultrapassados Inéditos).
Você compõe seus versos como um jogador de futebol fazendo um drible certeiro.
E, sim, o novo nos prega peças, principalmente quando desencava nossos atavismos.
Continue!
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