18.1.07

Janela


vejo a vida quadrada
emoldurada
quase parada
mas ela passa
vendendo amendoim
diz que não
diz que sim
acho engraçado
que haja um compasso
que persista um ritmo
que se busque formato

onde não há.

11 comentários:

Tião Martins disse...

Pra quê ser redondo quando se pode ser quadrado?

Cris disse...

Comentário idiota, mas vamos lá: Beba uma skol... quem sabe as coisas melhorem? Ou não.

Dani disse...

Para muitos, ser quadrado é estar ultrapassado.
A paisagem é sempre a mesma, mas são tantas as formas de se enxergar a vida que, para cada um de nós, ela passa de uma forma diferente.

li num biscoito GROBO da sorte que eu mesma fiz.

Bia disse...

Ela passa?? Quem? Quem tá vendendo amendoim?!?! Tb, pouco importa, não gosto de amendoim mesmo.. hahaha! Muita viagem, né? Pois é... ando muito cansada... tão cansada que nem tenho tempo de ir até a janela... não vejo nada passar, mas, no fim, sei que passa... quem sabe ela não seja a vida, né? Pois é... enfim.

tata disse...

Lindooo poema!

nao tem como a gente querer planejar tudo certinho na vida , ne/?

to meio sumida daqui!

arrumei um emprego! veja vc, sou produtora agora hahahah mo loucuraaa, sempre correndo e dormindo pouco!
meu 1 evento foi mo sucesso, vc teria gostado de ir, musica de qualidade sabe?

pena q nao tive tempo de fazer convites formais para amigos!

mas na proxima vc vai!

beijao

tata disse...

detalhe q dei outro significado pra sua poesia, mas ta valendo, cada um ve da forma que lhe aparece

Anônimo disse...

Pois é Thais. Sabe o título daquele filme? "A pessoa é para o que ela nasce..."
Beijos e não desapareça trabalhando!

Bia disse...

Tião.... outra, tananam, outra, tananam!!!! Tô esperando.... !

Tião Martins disse...

Tá bom Bia, a insaciável! Rs!

edith disse...

Se bem entendo...
pra vc ainda que a vida seja quadrada...ela passa, com amendoim, sem talvez, e vc rindo de quem, sem a forma e sem a fórmula , não sabe viver.
Mais uma pra eu guardar.
Ano que vem escolho tirolesa, dá menos trabalho ...
Edith

Tião Martins disse...

Já saí de tirolês, Edith. Meias lindas, saco de confete e lança-perfume. Coisas da minha mãe... ela não era fácil! Tenho saudades dela, topava até me fantasiar de novo só pra vê-la. Viva a fantasia!
Beijos!